domingo, 18 de abril de 2010



És utopia
Entre minha realidade
És fantasia
Delonga da minha saudade
És a presença mais ausente do meu dia-a-dia
És a beleza mais inversa
É utopia

És a mentira materializada
Pois não existes
De tão perfeita e formada

Não há fidalga que se assemelhe
Até a mais perfeita entre todas
Não há reflexo que se espelhe
Pois em nada me lembra às outras

Tu és a farsa que me enfeitiça
Dos teus gestos, a minha cobiça
Dos meus sonhos à minha insônia
Tira a timidez pra que me exponha
Tira a maldade e me faz sorrir

Tu juntas minha noite ao meu dia
Para mim não existe ponteiro
O ponteiro que tenho
Gira em torno de minha mentira
Gira em torno de ti
Ó minha utopia

2 comentários:

BRUNNO ALYSON DA SILVA SOARES disse...

ele voltou!!!
e em grande estilo

abraço seu MOço

Ananda Medeiros disse...

Tu é bom nisso *-*