sábado, 8 de agosto de 2009

Chuva sem Brilho


Num Relampejo só

O trovão se aparece

E com um brilho cada vez maior

O sol desaparece

O Brilho que há na noite

Não é mais da lua

São relâmpagos, antes não fosse

Pois de dia eu seria tua

A cada flash uma lembrança

A cada lembrança uma dor

A dor mata a esperança

E sem esperança não há amor

As nuvens do meu coração

Tapam a luz do sol

E numa apatia (vida sem emoção)

Me inclino e me deixo só

E chuva cai, e eu vou junto.

Um comentário:

BRUNNO ALYSON DA SILVA SOARES disse...

as palavras me tocaram.

pior que essa chva cai sobre todos meu caro.
uma hora ou otra a gente se molha
é o 'aprender' do coração