
A fé tornou-se célula.
E a célula metamorfoseou-se em mim
E de mim sai a cédula que move o mundo ao meu redor
E o mundo gira e me mata me levando de volta ao pó.
A Fé que havia, já não Ave Maria
Por que a fé deixa o homem tão só?
E no soneto da vida, finjo que vivo e faço quadrilha.
Pra ver se alguma mulher me olha melhor.
No ultimo batimento cardíaco
Peço a benção pastoral.
E no leito da minha morte, da vida tiro a sorte
Pra ver se viro imortal.
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