sexta-feira, 31 de dezembro de 2010




Que da alma vivente

Qual dá pulso a minha mente

Poderei comparar?

Tão perfeita e singela

Que outro ser perto dela

Não irá deslumbrar?

Que tamanho esplendor

De ternura e amor

Envolvendo este ser

Que tamanha beleza

De paixão e pureza

Estes olhos fazem ver

O que há nestes olhos

Que mesclam afeto e repulsa

O que há nesta boca

Que me leva a loucura

O que há em ti

Ó deusa amada

Que poder é este

Que por mim é idolatrada

Que magia e feitiço

Que me arranca o suspiro

E o fôlego pr’eu viver

Tão sutil e discreto

Sentimento tão incerto

Mais um pecado hei de ter